
Noite
Namora meus pensamentos o vento emocionante,
Uma boca divertida de tristeza e ilusão,
Mar implora meu malicioso pensamento,
Nossa amável recordação guarda o sol
Aquela flor de saudade beija nossa janela
Os braços guardam inútil felicidade.
Implora o meu olhar o pôr-do-sol de sua boca
Seus olhos são como fogo saindo de uma janela.
(Jéssica Aparecida de Souza 2º5/2009)
imagem: "Moça à Janela" - tela de Salvador Dali
Vazia
Os olhos de tristezas montanhosas
Como água tocam seus cabelos
Que sorte tem o vento de tocar sua boca
E a terra seus pés
Como raios de saudades que gritam na janela
E mar que canta aos seus ouvidos
Usam seu coração os arco-íris da tristeza
Assim seus olhos sem amor nem ódio choram mais uma vez.
(Georgia Pinzegher 2º5/2009)
Meu Sol
Posso ter um sol bem ao meu lado
Ou bem distante, de modo que
Eu apenas corra em busca
De seus raios no horizonte
Ainda apalpo cada respiração
Tentando me situar no espaço
Mas ainda me sinto sem chão
Empurrada num escuro corredor sem fim
Vendada, sem saber se é que existem
Raios solares no morrer horizontal
E, quer queira, quer não
Me puxa para junto de si
Que esse sol sugue minha venda
E leve embora toda minha melancolia
Enquanto isso, sou só fechada, minha, pra mim...
Os olhos de tristezas montanhosas
Como água tocam seus cabelos
Que sorte tem o vento de tocar sua boca
E a terra seus pés
Como raios de saudades que gritam na janela
E mar que canta aos seus ouvidos
Usam seu coração os arco-íris da tristeza
Assim seus olhos sem amor nem ódio choram mais uma vez.
(Georgia Pinzegher 2º5/2009)
Meu Sol
Posso ter um sol bem ao meu lado
Ou bem distante, de modo que
Eu apenas corra em busca
De seus raios no horizonte
Ainda apalpo cada respiração
Tentando me situar no espaço
Mas ainda me sinto sem chão
Empurrada num escuro corredor sem fim
Vendada, sem saber se é que existem
Raios solares no morrer horizontal
E, quer queira, quer não
Me puxa para junto de si
Que esse sol sugue minha venda
E leve embora toda minha melancolia
Enquanto isso, sou só fechada, minha, pra mim...
(Iriana Rosa/2º5 2009)
Vitória
Minha alegria e meu capacete são minha fé
Que me faz um terremoto de esperança
Mesmo quando o furacão da tristeza me buscar
Sou forte e não páro de lutar contra o vento
Porque busco confiança nos seus ombros
Rezando com este valente joelho
Acredito sem desconfiança com os olhos grandes
De que depois da chuva e dos tornados do medo
O sol gordo e amável me vigiará e olharei minha felicidade.
(Paulo Cesar Segalla/ 2º5 2009)
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